Gestão Ambiental Empresarial
GONÇALVES,
Thiago de Oliveira
Resumo
O
tema gestão ambiental empresarial e utilizado como uma
estratégia de competitividade entre as empresas sendo que existe
o interesse das empresas em seguir as exigências postas pelo poder público e
pelos seus clientes, pois ao seguir essas normas a empresa se torna mais
competitiva e mais eficiente. A cada dia que se passa para que uma
atividade empresarial possa se tornar mais eficiente e necessário à
introdução de métodos ambientais no seu processo produtivo, e é por esse motivo
que as empresas necessitam de reavaliar suas atividades e programar critérios
pré-determinados. Assim, esse artigo tem o objetiva demonstrar a importância
da gestão ambiental dentro das empresas tornando seu processo
produtivo mais sustentável.
Palavras
Chave: Gestão Ambiental.
Atividade Empresarial. Sustentabilidade.
1
INTRODUÇÃO
No
início do século XX, as preocupações relacionadas ao meio ambiente assumiram
proporções cada vez mais significantes e maiores, em virtude da intervenção
direta do homem nos recursos naturais. As empresas, antes sendo a principal
fonte de poluição e degradação do meio ambiente, estão de alguma forma
conseguindo dar respostas a muitos questionamentos da sociedade. Há alguns anos
atrás, os empresários consideravam as medidas mitigadoras de
impacto ambiental imposta pelos sistemas de proteção e regularizações
ambientais algo que iria aumentar o custo final de sua produção e não traria
benefícios de imediato para suas empresas, pois o método utilizado era produzir
cada vez mais deixando a preocupação com o meio ambiente para segundo caso. A
mudança nas empresas foi possível ser analisada através dos seus sistemas de
produção que a cada época se modificava e tornava mais eficiente.
O
primeiro sistema de produção criado foi o artesanal, porém esse sistema devido
ao aumento excessivo da população não estava apto para suprir as necessidades
de imediato a todos. Foi necessário criar outro sistema de produção esse denominado
sistema de produção em massa que conseguiu suprir as necessidades de toda a
população, porém o mesmo apresentava muitos defeitos de produção e tinha uma
grande perda de matéria prima algo que além da alta do custo final do produto
significante a degradação aos recursos naturais.
Esse
sistema foi um grande degradador do meio ambiente, pois o mesmo utilizava muita
matéria prima nas suas produções e grande parte desses produtos era estocado ou
muita das vezes descartadas e não tinha nenhuma forma de reaproveitamento dos
resíduos gerados pela sua produção aumentando significativa a
degradação ambiental.
As empresas ao analisar que os sistemas de
produção artesanal e em massa não supriam a necessidade e nem os padrões
impostos pela sociedade que já se tornava mais consciente em relação à
preservação ambiental e era necessário seguir as leis ambientais já
existentes foi necessário criar um outro sistema de produção esse denominado
Enxuta, que teve como objetivos custo declinantes, aproveitamento de resíduos e
grande variedade de produtos.
As
atividades empresariais tornaram mais eficientes e necessárias criar
mecanismos que leva em consideração em seu meio produtivo o aproveitamento de
resíduos gerados por sua produção diminuindo assim a quantidade direta de
matéria prima utilizada causando a queda significativa do valor final do
produto e diminuição da degradação ambiental causada pela extração da
matéria prima, afinal, sabemos que isso faz da empresa uma referência
em gestão ambiental e além de tornar seus produtos mais
competitivos no mercado.
O
trabalho apresentado segue estruturado por meio dessa introdução, onde e
apresentado à justificativa e relevância do tema, a problemática, os objetivos.
Na segunda parte temos o referencial teórico, onde se discute os temas
relacionados com a responsabilidade social, planejamento ambiental,
educação ambiental e gestão ambiental. A próxima parte e a
metodologia utilizada e pôr fim a última parte e composta pelos resultados das
pesquisas realizadas e pela relevância do estudo.
2 GESTÃO AMBIENTAL EMPRESARIAL
No
contexto atual em que o cliente ao necessitar de um produto ou serviço o mesmo
passa a utilizar como critério de qualidade do produto a responsabilidade
socioambiental da empresa a que produziu ou presta serviços, isso faz com que
as empresas para alcançarem à liderança no mercado competitivo e necessário a
criação de um plano de gestão ambiental com uma
visão empresarial, objetiva, estratégica, sustentável e de marketing, tudo
voltado para a qualidade final do produto, adaptando-o à realidade do mercado
global.
Com
o objetivo de assegurar a qualidade ambiental e se tonar mais
sustentável,“as empresas tem como desafio a criação e implementação de
mecanismos voltados à gestão ambiental que tem como base todos
os processos produtivos da empresa”(Araújo, Almeida, Guerra, 2009).
“A
Engenharia de Produção trata da melhoria dos sistemas que envolvem pessoas,
materiais, informações, equipamentos, energia e maiores conhecimentos e
habilidades”(GIMENO, 3ª,ed.1988). Procuram enfatizar as dimensões do sistema
produtivo nas mais diversas organizações. Para a implementação de um plano
de gestão ambiental em uma empresa e necessário que o mesmo
possa abordar todos os setores componentes da empresa, além de ser seguido e
cobrado pelos diretores e administradores pertencentes à direção da empresa.
No
Brasil é crescente a preocupação ambiental, várias empresas já vêm
adotando práticas conscientes pensando no avanço do valor que o meio ambiente
assume diante da sociedade, assim, influenciando diretamente como um fator
diferencial para a competividade entre as empresas mantendo assim seu papel
sócio, através de uma atuação responsável.
Faria
(2000) diz que “uma pesquisa realizada pela fundação Getúlio Vargas, com apoio
do Banco Mundial, expôs onze estudos de caso a respeito de
algumas abordagens inovadoras na gestão ambiental”. Ela menciona
o caso da empresa produtora de papel e celulose KLABIN que para dar respostas à
pressão de produtos favoráveis ao meio ambiente, esta empresa decidiu ampliar
suas áreas de preservação ambiental e a cultivar uma imagem junto ao
mercado internacional. Através da adoção de práticas ambientais responsáveis,
Taís como o aumento da área de preservação ambiental, a empresa não
observou perdas significativas de receita, pelo contrário, garantiu espaço em
um mercado mais exigente, com a obtenção de certificados de sua produção de
madeiras com práticas ambientais correta.
Além
de ser importante o papel da empresa que cumpre meios pelo qual possa torná-la
mais sustentável esse papel é influenciado pelos fatores externos que induzem
respostas das empresas no sentido de diminuir a contaminação entre estes,
estão gestão: o estado, a comunidade local, o mercado e os seus
fornecedores.
“O
estado tem o papel à regularização formal” (ARAUJO, ALMEIDA,
GUERRA, 2004); que abrange a legislação ambiental, juntamente com as
instituições ambientais e as atividades de controle de contaminação realizadas
por estas em todos os níveis, limitam a liberdade da empresa para contaminar.
O
estado utiliza esses instrumentos legais com objetivo de proteger a saúde das
pessoas e o bem comum, representado pelo ambiente natural e os benefícios que
causa à sociedade mais geral, por outro lado, há um grande número de pessoas
bem informadas sobre o processo produtivo e de contaminação envolvidos: membros
da comunidade técnica - cientifica intelectuais, educadores, jornalistas,
membros de entidades e Organizações não Governamentais (ONG’s) que fazem parte
da comunidade local e exige que as empresas cumpra com seu papel socioambiental
e como consequência consiga uma melhor posição no mercado global.
Um grande
exemplo de gestão ambiental foi citado pelo professor Dr.
Reinaldo Dias, que relatou o “reaproveitamento industrial realizado no ano de
1996 pela empresa Volvo do Brasil, que produzia mensalmente 2,5 toneladas de
borra de tinta, um rejeito industrial altamente poluidor e prejudicial ao meio
ambiente”. Após uma experiência inicial, que foi a inclusão desse resíduo como
carga na fabricação de tijolos, a empresa partiu para um trabalho de reciclagem
desses rejeitos, o que permitiu total reaproveitamento do material, ainda que
na produção de uma tinta de qualidade inferior e aplicação restrita. Segundo o
diretor de desenvolvimento industrial da empresa, os resultados foram altamente
satisfatórios, já que não só resolveram os problemas de alocação dos resíduos,
como também tiveram vantagens econômicas ficando essas como um exemplo
de gestão ambiental a ser seguida. Outro exemplo de Gestão
Ambiental foi implementado através de alunos e Docentes ao qual faço parte na
Escola Técnica Imppacto em Barbacena Minas Gerais. Criamos para a escola o
PGRSS (Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos de Saúde) totalmente voltado
para os laboratórios de pesquisa. O Brasil é um país que possui uma grande
deficiência no ponto de vista do saneamento básico. Nesse sentido, a questão
dos resíduos sólidos não poderia ser diferente.
Os dados do Instituto Brasileiro de Geografia
e Estatística (IBGE) relativos ao saneamento básico no ano de 2000, demonstram
que cerca de 230 mil toneladas de resíduos gerados por ano no Brasil, cerca de
22% são destinados a vazadouros a céu aberto ou lixões.
A maioria absoluta, cerca de 75%, destina-se a
aterros controlados ou sanitários. Entretanto, a quantidade de resíduos
dispostos em vazadouros a céu aberto ainda é bastante expressiva e tem
aumentado drasticamente. Os dados do IBGE ainda demonstram que em cerca de 75%
dos distritos que possuem serviço de limpeza urbana, ainda existem vazadouros a
céu a Berto. Ou seja, apesar da maioria dos resíduos ser disposta em aterros, o
número de vazadouros a céu aberto é extremamente elevado, mais que o dobro do
número de aterros.
Segundo Kraemer; “No Brasil foi catalogado
cerca de 6 (seis) mil lixões ainda existentes, isso demonstra uma situação de
precariedade do sistema de saúde pública e de política ambiental do país,
apesar de esta crescendo lentamente”.
Para atender a legislação
em vigor referente aos resíduos sólidos é minimizar os problemas citados o
projeto denominado: Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos do Laboratório
de Farmácia e Análises Clínicas criado na escola Imppacto Cursos Técnicos teve
como objetivo descrever e caracterizar todos os tipos de resíduos gerados no
laboratório de pesquisa do curso de Farmácia e Análises Clínicas da instituição
de ensino localizada na cidade de Barbacena-Minas Gerais.
Ao realizar essa Gestão Ambiental Empresarial a escola além de
contribuir para o meio ambiente conseguiu cobrir seus gastos com materiais
através da venda resíduos sólidos para reciclagem além de cumprir o disposta na
Lei:12.305 que trata sobre os resíduos sólidos. Assim entendemos que a instituição
de ensino dentro da Educação Ambiental teve que sensibilizar os alunos e
funcionários a buscar valores que conduzam a uma convivência harmoniosa com o
ambiente e as demais espécies que habitam o planeta. Através desses princípios
buscaram demonstrar no projeto um caminho muito importante para a preservação ambiental
através de atitudes simples porem muito importante para o gerenciamento dos
resíduos sólidos.
Ficou notável no projeto que as situações de implementação do
Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos de Saúde dependem basicamente da
aplicabilidade da Educação Ambiental, assim como qualquer outro projeto de
Gestão Ambiental que tem como base a conscientização das pessoas, base pelo
qual nesse projeto teve como alvo principal “conscientização”. A instituição
através de aulas práticas realizadas conseguiu atingir o número máximo de
alunos, professores e administrativo escolar para juntos realizar esse PGRSS e
fazer com que todas as suas etapas sejam corretamente compridas.
2.1
POLITICA, PROGRAMAS E PRÁTICAS AMBIENTAIS.
A política ambiental brasileira apresenta um
conjunto de temas que, ao longo da história, têm formado núcleos de decisões
políticas e têm formado o que poderíamos chamar uma agenda nacional de
regulações das interações sociedade e natureza no Brasil (BENJAMIN, 1999 e
MONOSOWSKI, 1989) . Esses temas têm recebido diferentes enfoques dependendo dos
contextos econômicos, sociais e políticos. São eles:
1) A regulação dos recursos naturais
(florestais, minerais, hídricos e animais);
2) As questões de controle da poluição
advindas da urbanização, industrialização e agricultura tecnificada;
3) A conservação da natureza;
4) O
planejamento territorial (questões de regulação de espaços geográficos
determinados);
5) A
regulação da natureza como um todo (legislações gerais) e 6) As questões
ambientais globais (as temáticas relacionadas à globalização).
Em
todos os temas é possível pensar uma linha de tempo com recortes da evolução
econômica e da evolução política e sua interação com as respectivas políticas
ambientais. Evolução econômica: extração de recursos naturais (colônia)/país
agrícola (fins do Império – década de 30 do século XX); industrialização,
urbanização e tecnificação da agricultura (década 40 a década 60 século XX) e
urbanização metropolitana, desenvolvimento dos serviços, globalização (década
de 70 aos dias atuais , início século XXI). Evolução política: colônia/ império
pós-colonial/ república velha/ anos Vargas/ Governo democrático (Dutra,
Juscelino e Jango)/ ditadura militar/ nova democracia.
Uma avaliação geral da evolução das políticas
e legislações brasileiras em recursos naturais pode perceber uma nítida
transformação dos conceitos e concepções que moldam suas características
principais: passa-se, em geral, de uma normalização de acesso e utilização dos
recursos, onde a natureza é apropriada como recurso econômico, para uma
normalização onde a questão ambiental começa a se fazer presente, transformando
aquela concepção antiga para uma nova que encara os insumos naturais como
recursos econômicos – ambientais, isto é, a sua apropriação no processo
produtivo deve ser feita a partir de considerações econômicas, mas não
exclusivamente por elas e as considerações ambientais (impactos, recuperação,
não exaustão, etc.) começam a fazer parte do cálculo de produtores e do governo
(ver ALMEIDA, 2003, para uma descrição mais detalhada do caso dos recursos
minerais).
Essa mudança refletir-se-á na própria
institucionalização administrativa dos setores florestais, minerais, hídricos e
de pesca. Uma outra mudança significativa, mais recente, e que tem impactado as
políticas é a mudança do referencial nacional (ligado à construção do Estado
nacional desenvolvimentista) para um referencial global do mundo do capitalismo
financeiro onde atores multinacionais (empresas, órgãos de financiamento, ONGs
internacionais, regimes legais internacionais...) pressionam por decisões , em
nível nacional, como partes de políticas internacionalizadas. Pode-se regredir
até o Brasil Colônia para verificar uma série de legislações que buscavam
regulamentar o acesso ao recurso natural, por exemplo, as diversas legislações
dos reis portugueses (Ordenações Filipinas e Manuelinas) que estabeleciam
procedimentos para aqueles que queriam explorar determinados recursos naturais.
No entanto, é na República com as preocupações de consolidação do Estado
Nacional, e especialmente no Governo Vargas, que as regulamentações sobre os
recursos tornam-se marcadas por procedimentos que buscavam, em primeiro lugar,
definir o domínio dos recursos (do Estado; bem comum de todos ou de ninguém (“res
nullius”), mas sujeito à regulação estatal...) e depois as formas e regimes de
acesso e as condições para a exploração dos recursos.
São exemplos claros dessa concepção os
Códigos de 1934: de Águas, de Mineração e Florestal. Juntos com esses códigos foram
criados departamentos setoriais para cuidarem das relações do empreendedor
privado e do governo na exploração desses recursos: nas águas, o Departamento
Nacional de Águas e Energia Elétrica; nos minérios, o Departamento Nacional de
Produção Mineral e nas florestas, o Serviço Florestal Federal. Refletindo a
economia predominantemente agrícola da época todos esses departamentos
subordinavam-se ao Ministério da Agricultura. Com a evolução econômica e
política esses códigos de recursos naturais sofrerão adaptações refletindo
novos enfoques. Assim, durante os Governos militares todos esse Códigos serão
atualizados para incorporarem uma visão ainda mais economicista e, em alguns
casos, voltados para a exportação (nas justificativas do Código de mineração de
1968 explicitamente nomeava-se a questão exportadora como causa para a
modificação do código).
Os Códigos serão atualizados em 1965(Código
Florestal, Lei n. 4771, de 18/09/1965); em 1968(Código de Mineração,
Decreto-Lei 227, de 28/02/1965) e o de Águas (Lei n. 4904, de 17/12/65 e
Decreto n. 58076, de 24/03/66). Durante o regime militar os órgãos
administrativos gestores dos recursos naturais sofrerão reformas
administrativas e se criarão órgãos ou empresas paralelas para agilizar
procedimentos e desemperrar as burocracias públicas (na mineração, por exemplo,
cria-se a Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais para agilizar o mapeamento
geológico e a prospecção mineral no Brasil). A Constituição de 1988 colocou,
através do artigo 225, a questão ambiental como um dos fundamentos da
estruturação das políticas públicas brasileiras e no tema dos recursos 34
naturais enfatizou a questão da dominialidade da União sobre esses recursos,
mas, pelo viés ambiental, institucionalizou complementarmente, aos Estados e
municípios, a possibilidade de legislarem sobre essas matérias.
Na
democratização do país e nas discussões sobre a reforma do Estado o papel dos
órgãos administrativos ligados aos recursos naturais foi profundamente
questionado. Assim, no Governo Collor, a criação do IBAMA dá-se pela
incorporação de órgãos setoriais como o IBDF e a SUDEPE passando-se de uma
concepção baseada no recurso para outra em que os recursos passam a ser
percebidos com econômico – ambientais como já mencionamos anteriormente.
As resistências a essas incorporações além
dos aspectos funcionais tinham um componente cultural e organizacional de
manutenção da visão economicista dos órgãos setoriais. No setor mineral, o
DNPM, em crise permanente desde o final dos anos 70, foi transformado em autarquia
depois de longa luta de seus funcionários, mas esse arranjo administrativo não
solucionou os problemas crônicos de falta de verbas e emperramentos
burocráticos. Durante o governo Fernando Henrique Cardoso foram propostas
modificações do Código de Mineração com a criação de novos procedimentos para a
concessão de áreas para a mineração e a transformação do DNPM em Agência
Nacional de Mineração. Nos recursos hídricos, criou-se a Agência Nacional de
Águas – ANA e, em todo país dezenas de iniciativas estaduais de legislações
sobre os recursos hídricos com soluções compartilhadas de gestão através dos
Comitês de Bacia Hidrográfica.
Todas essas modificações encontram
resistências e são objeto de intensa disputa política entre aqueles que advogam
uma maior ambientalização na gestão desses recursos e os que preferem a
continuação da gestão setorializada. O exemplo mais contundente pode ser
mencionado nas discussões sobre a mudança do Código Florestal proposto pelos
deputados ruralistas e que teve o enfrentamento das organizações ambientalistas
e governamentais de meio ambiente.
2.2
ISSO 14000
Um
dos fatores determinantes para um bom gerenciamento dos recursos em uma empresa
que visa qualidade e meio ambiente “Sustentabilidade” é a aquisição e adequação
a ISSO 14000.
A norma ISO 14001 orienta e dá subsídios para a implantação do
Sistema de Gestão Ambiental, sendo, portanto, a norma mais importante da série
ISO 14000. É ainda, a única norma ISO 14000 auditável, e por isso, a única que
as empresas implantam.
A série de normas ISO
14000 corresponde a um Sistema de Gestão Ambiental (SGA) editado pela ISO
(International Organization for Standardization). Esta série de normas
apresenta diretrizes para Auditorias Ambientais, Avaliação do Desempenho
Ambiental, Rotulagem Ambiental e Análise do Ciclo de Vida dos Produtos. Ou
seja, especifica os requisitos relativos a um sistema de gestão ambiental, de
modo a permitir que a organização formule políticas e objetivos que levem em
conta os requisitos legais e as informações referentes aos impactos ambientais
significativos.
A finalidade desta série de normas é
equilibrar a proteção ambiental e a prevenção de poluição com as necessidades
sociais e econômicas.Entretanto, esta norma não estabelece requisitos absolutos
para o desempenho ambiental, além do comprometimento, expresso na política, de
atender à legislação e regulamentos aplicáveis e do compromisso com a melhoria
contínua. Assim, duas organizações que desenvolvam atividades similares, mas
que apresentem níveis diferentes de desempenho ambiental, podem, ambas, atender
aos seus requisitos. Dessa forma, a adoção desta norma não garante, por si só,
resultados ambientais ótimos.
2.3 METODOLOGIA
Esse
estudo foi realizado através de pesquisas em artigos e conceitos de especialistas
na área Gestão Ambiental com objetivo de conhecer a forma de
política ambiental praticadas pelas empresas. Foi acompanhado também
o desenvolvimento do plano de gerenciamento de resíduos Sólidos aplicado em uma
instituição de ensino através de coletas de dados.
3 CONSIDERAÇÕES FINAIS
O
estudo realizado buscou apresentar através de pesquisas bibliográficas como as
empresas encaram as questões ambientais, do ponto de vista
de gestão além de verificar as vantagens da sustentabilidade
ambiental em uma empresa.
Antes
as questões ambientais erram consideradas apenas uma ameaça aos empresários, hoje
como demonstrado no estudo, à crise ambiental representa um grande
potencial para grandes negócios empresariais financeiros, que apresenta uma
excepcional perspectiva de crescimento na área de gestão ambiental e
econômica.
Foi
notável que através dos estudos realizados a Gestão Ambiental bem aplicada em
uma empresa faz com que ela se torne grande e eficiente aumentando assim
siguinificamente o seu lucro é minimizando o seu gasto.
REFERÊNCIAS
KRAEMER, Maria Elizabeth
Pereira, artigo: A Gestão ambiental como vantagem
competitiva.
CAVALIERE, Ana Maria. Tempo de
escola e qualidade na educação pública. Revista 12.
CARVALHO, R. E. A escola como espaço
inclusivo. In: IV Congresso de Educação de Presidente Prudente 2000, Revista de
Anais... Presidente Prudente, 2000,
ARAUJO; ALMEIDA, GUERRA. Gestão
ambiental de áreas degradadas. Rio de Janeiro, RJ. Bertrand Brasil, 2009.
GIMENO SACRISTÁN, J. O currículo:
uma reflexão sobre a prática. 3a. ed. Porto Alegre: Artmed. 1988.





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